e depois do adeus?

Em tempos escrevi que o meu arquivo dava um livro. E deu. Escrever o «Revolução Paraíso» foi, para mim, viver os tempos do 25 de Abril. Mas foi também descobrir que as personagens de ficção que tinha imaginado também queriam viver. Elas queriam falar comigo, contar-me as suas histórias. Eu limitei-me a tentar ouvi-as o melhor que soube.

A 18 de Abril, abrigado sob o espírito da Revolução dos Cravos, o livro estará nas livrarias. Nesse momento, o «Revolução Paraíso» emancipa-se. De certa forma, trocaremos um adeus. Ele começará então a viver o seu próprio romance com os leitores que venha a ter. Por tudo o que ele representou – e representa – para mim, espero  mesmo que ele consiga encontrar quem goste dele.

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Sobre paulommorais

Escrevo romances, textos, fragmentos. Antes e depois da escrita, leio. Gasto muitas noites com filmes. Nos entretanto, divago sobre novas personagens com histórias por contar.
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