nunca julgues uma família pela pretensa felicidade dos desenhos dos filhos

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«- Uau – disse ele. – Agora é que disseste bem. O vazio sem esperança. Diabos, montes de gente está na parte vazia. Lá onde eu trabalhava, na costa, era só do que falávamos. Sentávamos por ali a falar do vazio a noite toda. Mas, nunca ninguém disse que não tinha esperança; era aí que nos acagaçávamos. Porque talvez seja preciso uma certa dose de coragem para ver o vazio, mas é preciso muito mais para se ver que não tem esperança. E acho que quando se vê realmente que não tem esperança, é quando não há mais nada a fazer a não ser ir embora.»

RICHARD YATES

Revolutionary Road

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Sobre paulommorais

Escrevo romances, textos, fragmentos. Antes e depois da escrita, leio. Gasto muitas noites com filmes. Nos entretanto, divago sobre novas personagens com histórias por contar.
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