Jonathan Franzen em «correcções»

jonathan-franzen1Como era doce o optimismo de uma pessoa que transportava uma droga recém-obtida que, acreditava, mudaria a sua cabeça; como era universal a ânsia de escapar aos dados adquiridos do eu! Nenhum esforço maior do que levar a mão à boca, nenhum acto mais violento do que engolir, nenhum sentimento religioso, nenhuma fé em nada mais místico do que a relação causa e efeito eram necessários para experimentar as bênçãos transformadoras de uma cápsula. Estava ansiosa por tomá-la.

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Sobre paulommorais

Escrevo romances, textos, fragmentos. Antes e depois da escrita, leio. Gasto muitas noites com filmes. Nos entretanto, divago sobre novas personagens com histórias por contar.
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