Carlos de Oliveira em «uma abelha na chuva»

carlos-deoliveira1Sentou-se, pediu um brandy e engoliu-o dum trago. Na sua lentidão natural era a única coisa que fazia com alguma pressa. Encostava o cálice à boca bem aberta, imobilizava-o um momento e de seguida, num golpe brusco, atirava o brandy à garganta.

 

 
[e depois de bebido «uma abelha na chuva», beba-se «finisterra»]

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Sobre paulommorais

Escrevo romances, textos, fragmentos. Antes e depois da escrita, leio. Gasto muitas noites com filmes. Nos entretanto, divago sobre novas personagens com histórias por contar.
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