Witold Gombrowicz em «A pornografia»

witold-gombrowicz1“O candeeiro. O jantar interminável. A sonolência. A imensidão do Hipólito lambuzado com o grosso molho do sono, a sua mulher a desvanecer-se ao longe, o Frederico. Borboletas a baterem de encontro ao candeeiro, a escada estreita e muito íngreme, a vela; caio em cima de uma cama e durmo. No dia seguinte, um triângulo de sol na parede. Uma voz atrás da janela. Levanto-me a abro os postigos. Manhã.”

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Sobre paulommorais

Escrevo romances, textos, fragmentos. Antes e depois da escrita, leio. Gasto muitas noites com filmes. Nos entretanto, divago sobre novas personagens com histórias por contar.
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