Arquivo de etiquetas: mario de carvalho

Mário de Carvalho em «era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto»

«Já vejo que estas personagens estão num momento miudamente agitado das suas vidas. Os acontecimentos provocam-nas e transtornam-lhes o natural de hábitos e de pensamentos. A continuar por aqui isto agora eram águas rápidas e cachoeiras, por socalcos penedosos, arriscados, … Continuar a ler

Publicado em literatura-citada | Etiquetas , | Publicar um comentário

uma citação que me honra e emociona

Às vezes aparecem surpresas tão boas que ficamos bloqueados. Quando o Mário de Carvalho, escritor que desejei ter ao meu lado no lançamento do Revolução Paraíso, fez mais tarde uma referência ao meu livro na revista LER fiquei embevecido com tamanha … Continuar a ler

Publicado em histórias-livrescas | Etiquetas , , | Publicar um comentário

Mário de Carvalho em «fantasia para dois coronéis e uma piscina»

Entre a poeirada de adversidades que ensombram e inquinam a já de si pequenina qualidade de vida dos portugueses existe uma prática ilegal e, portanto, livremente exercida, chamada «estacionamento em segunda fila». Consiste em alinhar automóveis ao lado daqueles que … Continuar a ler

Publicado em literatura-citada | Etiquetas , | Publicar um comentário

A vida pacata de um livro

[imagem: excerto da entrevista de Mário de Carvalho à revista LER, edição de fevereiro 2014] O «Revolução Paraíso» tem tido uma vida pacata. Ainda assim, em quase um ano de vida, lá acabou por ter os seus leitores. Alguns permaneceram no anonimato, … Continuar a ler

Publicado em histórias-livrescas | Etiquetas , , | Publicar um comentário

feira do livro 2013: o ninho

A Feira do Livro, para um autor estreante, é como um pássaro a fazer o ninho. Apanha-se um raminho, colhe-se uma folha, pega-se numa pedrinha e, no final, do pouco faz-se tanto. E vem-se mais feliz. Vim feliz pelos desconhecidos que … Continuar a ler

Publicado em oráculo-morais | Etiquetas , , , , | Publicar um comentário

vamos brincar às guerrinhas? anda lá, eu já construí o meu castelinho, mesmo sem a bênção do padre

«- Ora – gritou o ferreiro (…) Porquê S. Gens? Quem é que quer S. Gens para o que seja? Vão ver, passam de largo e não nos tocam… – Não foi em vão que o nosso comandante andou a … Continuar a ler

Publicado em literatura-citada | Etiquetas , | Publicar um comentário